'' Venho de um peral do serro da serra do caverá, das artimanhas da vida tenho causos pra conta, já cruzei picada escura nas noites de chuvarada, já vi coisa de outro mundo numa tapera assombrada, mas nem por isso parceiro eu deixo de anda no mundo o rincão dos boca seca eu conheço de frente ao fundo das peripécias da vida peliando eu já saltei fora cortei baldrame de rancho com os dentes das minhas esporas, pouco me importa se o tempo um dia vai me levar eu não nasci pra semente e enem vim aqui pra fica agradeço a natureza por tudo que ela me deu, meu nome fica na história pra quem não me conheceu ''

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Comentário de Antonio Cabral Filho em 19 janeiro 2015 às 20:17

Belo belo belo belo

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